Novembro Azul

  • 04/11/2026

Novembro Azul

O câncer de próstata é o segundo tipo de câncer que mais mata indivíduos do sexo masculino em nosso país, sendo a causa de morte de 28,6% da população masculina que desenvolve neoplasias malignas.

Esta doença é o tipo de câncer mais comum entre os homens no mundo todo. No Brasil, um homem morre a cada 38 minutos, devido à este tipo de problema, segundo os dados mais recentes do Instituto Nacional do Câncer (Inca).

Sintomas:

Na fase inicial, o câncer de próstata não apresenta sintomas e quando alguns sinais começam a aparecer, cerca de 95% dos tumores já estão em fase avançada, dificultando a cura.

Na fase avançada, os sintomas são:

  • dor óssea;
    • dores ao urinar;
    • vontade de urinar com frequência;
    • presença de sangue na urina e/ou no sêmen.

    Fatores de risco:

    • histórico familiar de câncer de próstata: pai, irmão e tio;
    • fator étnico: homens negros sofrem maior incidência deste tipo de câncer;
    • obesidade.

    Prevenção e tratamento:

    A única forma de garantir a cura do câncer de próstata é o diagnóstico precoce. Mesmo na ausência de sintomas, homens a partir dos 45 anos com fatores de risco, ou 50 anos sem estes fatores, devem fazer uma consulta com um urologista.
    Nesta consulta devem conversar sobre o exame de toque retal, o qual permite ao médico avaliar alterações da glândula, como endurecimento e presença de nódulos suspeitos, e sobre o exame de sangue PSA (antígeno prostático específico). Cerca de 20% dos pacientes com câncer de próstata são diagnosticados somente pela alteração no toque retal. Outros exames poderão ser solicitados se houver suspeita de câncer de próstata, como a biópsia, que retira fragmentos da próstata para análise, guiada pelo ultrassom transretal.

    Melhor tratamento:

    A indicação da melhor forma de tratamento vai depender de vários aspectos, como estado de saúde atual, estágio da doença e expectativa de vida.
    Em casos de tumores de baixa agressividade há a opção da vigilância ativa, na qual periodicamente se faz um monitoramento da evolução da doença, intervindo se houver progressão da mesma.

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